Estigma social ou verdade ancestral?

Sejam bem-vindos ao meu primeiro blog. Este espaço será dedicado a expôr e a discutir assuntos com os quais a sociedade não pactua ou tem relutância em mencionar. Também, de tempos a tempos, poderá contêr alguns artigos pessoais e que derivam de situações que poderei vir a viver na primeira pessoa assim como ideias tontas que me passem pela cabeça. Espero que me acompanhem nesta nova aventura e que gostem dos temas tanto quanto eu. Sem mais demoras vamos começar por dissecar o tema que me levou a criar este espaço de opinião. Como motivação de abertura deste blog escolhi a matéria que me é mais familiar e que provém das minhas observações durante a minha infância e juventude na rua onde ainda moro.

A minha vida nunca foi um "mar de rosas" tal como a de muitos dos jovens com quem convivia na altura e também de jovens com quem nunca me dei mas que tinha oportunidade de observar a curta distância. Esses jovens, que os meus pais sempre apelidaram de "chungaria" e nada aconselháveis para escolher como companhia, viviam de "favores" sexuais na sua maioria, uma vez que as suas famílias, também elas totalmente disfuncionais, aprenderam que a via mais fácil para conseguir algo era através do aproveitamento do seu corpo como veículo de troca de serviços ou bens.

Esses jovens estavam totalmente à nossa volta, uma vez que morávamos numa área quase "paredes-meias" com um dos centros de pedofilia da minha rua: uma das barracas dos muito famosos, na altura, "Embaixadas". Dessa convivência tão próxima, resultava um medo permanente que algo acontecesse tanto a mim como à minha irmã e por isso os meus pais protegiam-me ferozmente da atracção pela vida fácil desses elementos.

Durante esses anos mais obscuros da minha juventude em que tinha mais consciência do que se passava à minha volta, o que me foi dado a perceber e observar, determinou em muito o meu modo de pensar e definir o que eu sentia em presença dessas actividades tão perto de mim. Para um jovem com a minha idade na altura ou um pouco mais novo e com origens modestas e com baixos recursos económicos, aquelas situações representavam uma maneira de conseguir objectos, roupas e calçado, que todos ansiavam. No entanto nem todos tinham coragem ou abertura por parte dos progenitores para prosseguir com essas "aventuras". No meu caso e com o tipo de pai que eu possuía, isso seria rigorosamente impossível porque se alguma vez eu trouxesse para casa algo que não me pertencia ou mesmo conseguido por essa via, seria esse o dia em que eu levava uma tareia monumental de cinto e o meu pai ainda desgraçaria a vida indo atrás de quem me tinha providenciado tal situação.

Pertencendo o meu pai às forças da ordem de índole paramilitar (G.N.R.), a repressão em casa em termos sexuais, sociais e até familiares era muito grande. Sexo era considerado tabú e jamais se falava de coisa nenhuma nesse aspecto. Isso provocou com que com o tempo e em resultado de todos estes constrangimentos e convivência de "amizades", o tema me fascinasse ao ponto de tentar entender o quanto isso interessaria às pessoas e o porquê de ser tão interessante.

Curioso como sempre fui, lia todos os livros que conseguia apanhar acerca da temática Educação Sexual, bandas desenhadas da Vampirella e outras heroínas erótico-pornográficas, livros da Gina, Tânia e outras bem conhecidas e vendidas por todas as bancas de jornais e revistas sem qualquer controlo e ainda conversas entre os supostos amigos para sentir a realidade deles e o quanto eles gostavam de falar sobre o assunto e das suas aventuras com o sexo oposto.

Campo das Salésias (Princípio dos anos 90 do século XX)
Do final dos anos 70 até ao final dos anos 80 do século XX foi uma época de fascínio e descoberta. Muito do que sei e pratico actualmente deve-se ao quanto eu li e vi em publicações focadas no tema nos meus tempos de jovem adulto. Era um admirável mundo novo que se abria perante os meus olhos e inundava o meu cérebro sedento de conhecimento. Por vezes a cabeça doía-me de tanta coisa que absorvia a cada momento que dedicava a esse tema. Como seria possível que as pessoas escondessem tanto deste mundo se o mesmo providenciava tanto prazer e bem-estar? Não seria o carinho e o sexo a via para um mundo melhor e para um entendimento entre os povos?

Ideia ingénua e idiota a minha. A vida é muito mais do que "simples" carinho e sexo. A vida são conflitos de toda a espécie, desilusões e desavenças. Quem quer ter uma vida perfeita que se mude para outro planeta ou dimensão.

Viajando no tempo uns bons anos no futuro, deparo-me com situações que estão a ser vergastadas socialmente devido a um passado bastante vivido no seio da pedofilia. O polémico processo Casa-Pia trouxe a lume toda uma série de situações e questões com as quais convivi de muito perto sem me envolver directamente. Dessa convivência resultaram curiosidades e opiniões talvez controversas ou mesmo polémicas (se não fossem também não estaria aqui a escrevê-las). A opinião que tenho acerca deste assunto é algo diferente do que foi investigado pela Judiciária na altura. A visão que tenho é a de que existiu um aproveitamento muito forte por parte dos jovens envolvidos na polémica e assim que a "fonte" de rendimentos parou, o problema alcançou a superfície e deixou de pertencer ao sub-mundo da Casa-Pia.

Eu via e ouvia o mesmo tipo de jovens que se deixaram envolver nessa polémica, na minha rua e até nem sei se alguns deles não pertenciam a esse grupo que se convencionou apelidar de "vítimas". Se os senhores inspectores e restantes agentes da Judiciária tivessem vivido de perto como eu vivi esse problema, iriam notar "nuances" e comportamentos que não corresponderiam a verdadeiras vítimas, uma vez que ninguém lhes colocou uma pistola ou faca ao pescoço e os obrigou a fazer aquilo que fizeram. Todos se iniciaram por livre arbítrio e como tal também deviam ser considerados como participantes activos e não apenas vítimas.

Por ter conhecido alguns dos elementos menos aconselháveis da minha rua que se envolviam nessas actividades posso, com toda a segurança, dizer que o dinheiro e os bens que conseguiam com esta actividade, falavam mais alto do que qualquer estigma social da altura. Toda a gente da rua os conhecia e os conseguia apontar a dedo, mas eles não se incomodavam com isso nem um milímetro, chegando a ser mesmo ordinários, inconvenientes e violentos quando alguém tentava algo contra eles ou se soubessem que alguém chamava a Polícia para dispersar os grupos de pedófilos e "vítimas" que se aglomeravam no fim da nossa rua. Essa malta "governava" a nossa rua, o Campo das Salésias e a Rua Alexandre Sá Pinto como um verdadeiro gang.

Portanto não me venham com a conversa de que esses "meninos" foram empurrados inocentemente para essa actividade porque é tudo uma enorme mentira. Eles participaram, incentivaram e muitos serviram de intermediários para arranjarem mais "achas para a fogueira". Existem vários depoimentos bastante interessantes das alegadas vítimas depois de terem acusado tudo e todos no tribunal e que estão patentes em entrevistas dadas mais tarde a diversos jornalistas.

Carlos Silvino (o famoso Bibi da Casa-Pia)
Durante a investigação também notei que os adultos envolvidos tinham quase todos eles uma ligação, ou seja, todos se conheciam e relacionavam a algum tipo de nível o que facilitava a transmissão de conhecimentos e, eventualmente, de contactos para expandirem a sua rede pedófila. Um deles em especial eu conhecia bastante bem assim como praticamente toda a gente dentro do Campo das Salésias e ainda algumas pessoas fora dessa área: o Bibi.

Esse elemento povoou a minha infância e juventude durante anos devido ao facto de ser amigo pessoal dos meus pais e conviver diariamente com eles e com os padrinhos da minha irmã. Nunca nada foi tentado comigo ou com a minha irmã por respeito ou medo das consequências, mas todos nós conhecíamos sobejamente a vida do Bibi e as suas actividades "extra-curriculares", as quais eram muitas vezes tema de conversa ao redor de fogueiras e de mesas de almoços ou jantares.

Em conjunto com o Bibi existiam outros elementos seus amigos e que nos eram próximos mas menos conhecidos do que ele. Esse elementos constituíam um grupo mais ou menos fechado que se divertia indo aos "paneleiros" da Avenida e do Parque ou aos "putos" da Casa-Pia no Jardim do Império em Belém. Era uma actividade perfeitamente normal, para eles, naquela época e a palavra pedofilia nunca foi mencionada ou ouvida a não ser mais recentemente a partir dos primeiros escândalos que saíram nos media no final dos anos 90. Quando essas primeiras notícias vieram "a lume", toda a minha vida anterior (que tinha ficado adormecida num canto da mente) voltou em força e com ela as visões das pessoas que tive oportunidade de conhecer ou apenas ver ao longe.

Fiquei chocado pela dimensão do escândalo pois pensava que o assunto apenas se cingia à nossa rua e à rua perpendicular à nossa devido à quantidade de carros de matrículas portuguesas e espanholas, vistos diariamente nessas actividades. No entanto, e ainda assim, estranhamente, não senti repulsa imediata pelo tema ou pelas pessoas envolvidas. Não me queria colocar em nenhum dos lados da "barricada" para atribuir culpas a uns ou a outros. Queria entender os quês e porquês tanto de uns como dos outros de modo a medir as respectivas consequências. Lembrando-me do que ouvia os jovens dizer e sabendo como eles conseguiam os bens que possuíam, não me admirei em nada que esta questão saltasse para as páginas dos jornais e telejornais da altura. Era apenas uma "bomba-relógio" à espera de rebentar. Quando os jornalistas deixassem de ter temas de notícias noutros sítios iriam, invariavelmente, voltar-se para esta questão como "abutres" à procura de nova presa.

Avançando ainda mais no tempo, chegamos a uma época onde faço a gestão da rede informática de uma escola superior de uma muito famosa universidade em Portugal. Durante esse tempo, tenho oportunidade de conviver com um leque de pessoas que, acima de tudo, me fizeram cristalizar as teorias acerca deste assunto que há tantos anos me povoavam a mente.

Ao ter acesso a documentos escritos e em vídeo que corroboraram e adicionaram mais elementos às minhas ideias, a intenção de fazer algum tipo de documento escrito que revelasse ao mundo estas questões e a minha visão dos acontecimentos, veio a realizar-se. Graças a psicólogas que leccionavam em alguns dos cursos dessa universidade, tenho actualmente uma visão ainda mais clara do que se passa no mundo da pedofilia (se bem que apenas nos Estados Unidos porque em Portugal o assunto continua a ser tabú e cada vez mais somos bombardeados com a demonização da palavra e do conceito).

Um documento em PDF veio a revelar-se bastante especial, uma vez que determinava o forte estigma social que sofreria alguém que se assumisse, na actualidade, como pedófilo ou apenas como pederasta, empurrando essa matéria para o sub-mundo e onde, como se sabe, essa ordem de coisas, floresce como "cogumelos" alimentados pela frustração, raiva e incompreensão da sociedade. Um estudo dirigido por dois investigadores numa universidade americana (http://www.web.uvic.ca/psyc/runtz/CANpaper1989.pdf) procurava determinar qual a quantidade de estudantes que tinham mais predisposição para a pedofilia e/ou para os abusos sexuais de menores sem estarem debaixo de uma investigação forense ou estigma social activo. Os investigadores ficaram algo surpresos com os resultados que foram adquiridos nesse estudo. Uma percentagem elevada de alunos, representantes de vários estratos sociais, tinham uma clara predisposição para o assunto nas condições certas e com o ambiente correcto.

Isto leva a crer que não só na população estudantil mas também na sociedade em geral esses números poderão ser bastante elevados e, obviamente, assustadores para quem é pai ou mãe. Mais ou menos na mesma altura também vi diversos vídeos, uns fornecidos pelas psicólogas que mencionei e outros em pesquisas no YouTube acerca do tema da pedofilia que tratavam a questão de uma perspectiva menos demoníaca do que a apresentada geralmente pelas notícias dos telejornais. Esses vídeos constituíram uma fantástica ferramenta de investigação e de percepção do que se passa nos diversos níveis de alerta para o problema.

Alguns desses vídeos estão referenciados abaixo para que sirvam de plataforma de entendimento para quem sofre desses abusos e para quem sobre por ser abusador. Vamos acima de tudo deixar-nos de ser uma autêntica "inquisição" moderna no que toca à Pedofilia e vamos conversar e debater abertamente o assunto como fazemos com diversas outras temáticas sem recorrermos ao pânico, ao demónio, ao castramento das opiniões e acima de tudo ao afastamento compulsivo de quem sofre desta desordem cerebral. Pretende-se um entendimento mais sólido do que se passa na realidade pela cabeça de um abusador ou pelo menos de alguém que fantasia sê-lo mas que nunca passou dessa fase. É importante escutar com atenção todas as partes e absorver o quanto é importante ser-se psicólogo, psiquiatra, polícia, abusador, abusado e vizinhos da comunidade onde estes dois últimos residem. Prestem atenção às 4 partes desse vídeo:

2008-01-28 - TVO/The Agenda: Rethinking Pedophilia
Para além desta mais recente aproximação ao problema, existem ainda diversos outros filmes que são eles próprios uma fonte de estudo e investigação. Deixo aqui alguns dos mais importantes:

Em todas estas investigações e observações falha, no entanto, uma questão: serão apenas os homens os únicos flagelados pela condição de pedófilos? Não me parece. E esta ideia floresce ainda mais quando e mais uma vez devido ao que observei durante a minha juventude, existiam mulheres na minha rua que de um modo mais discreto deixavam que meninos e rapazes as tocassem com o objectivo de preencher as suas necessidades sexuais de modo mais passivo. Os abusos, neste caso, estavam nas pequenas coisas do dia-a-dia. O toque discreto num seio, o toque numa coxa, o beijo inocente nos lábios (o famoso "selinho"), nas palmadas "inocentes" no rabo e em muitas outras pequenas atitudes que passam por outro significado mas que na realidade iniciam, aos poucos, o processo de pedofilização dos actos mais simples.

Quando se fala em pedofilia a ideia que vem logo à cabeça é a de um homem adulto a abusar de uma criança seja ela do género masculino ou feminino. No entanto o inverso existe quase tanta quantidade quanto do lado masculino. Estes casos são mais raros de virem à superfície devido a diversos factores talvez o mais relevante o exemplo de um jovem do género masculino sentir de modo diferente o abuso de uma mulher adulta. Esse abuso faz-lhe crescer o ego e a auto-confiança e não é visto como tal.

O interesse por esta problemática veio a ser mais solidificado quando uma professora de música nos Estados Unidos foi presa por ter abusado de um aluno em 2004 (http://www.freerepublic.com/focus/news/1359003/posts) o que constituía uma nova surpresa em relação ao que eu acreditava na altura. Esta acção trouxe à tona mais uma lembrança da minha infância/juventude: a da professora primária que na sua casa um pouco acima da minha, recebia jovens para lhes dar explicações. Davamos-lhe o nome de "Boazona dos Olhos Azuis" porque não sabíamos o seu nome. Quando isso acontecia íamos espreitar essa actividade pela janela coberta de cortinas que dava para a rua. Não se via muito bem mas dava para perceber o que ela fazia durante as "explicações" e também o devia fazer porque sabia que estava a ser espreitada do lado de fora por outras crianças.

Como sustentação desta outra teoria com que convivo nesta mente, não se encontram tantos documentos em vídeo que colocam esta problemática em evidência como se fosse com homens. Deixo aqui dois, muito importantes, exemplos que estão disponíveis no YouTube:

Chamo a especial atenção para o segundo vídeo que representa a validação de algumas das perguntas que faço há anos. Fiquei bastante feliz por não ser o único a fazê-las e ainda por cima feitas num continente e numa realidade totalmente diferentes da minha. Isto queria dizer que existem mentes, que perante as mesmas evidências e tendo muitos mais estudos que eu, colocam exactamente as mesmas questões e convivem com as mesmas dúvidas esperando respostas diariamente. Afinal a minha mente não é assim tão louca como eu pensava, no entanto, na sociedade portuguesa, tenho de me calar para não ser rotulado de maluco ou mesmo de tarado por me interessar por esta problemática.

As mulheres pedófilas tendem a aproximar-se de crianças através dos mesmos métodos que os homens à excepção das suas profissões que entre elas circundam mais as áreas da educação pré-escolar, escolar, treinadoras, enfermagem, medicina e, em geral, áreas em que as crianças estão abundantemente por perto e constituem as delícias de quem com elas convive diariamente e que sofre desta parafilia.

Continuo a pensar que este assunto deveria ser debatido com seriedade e sem os característicos desvios semânticos e ortográficos que caracterizam as discussões de baixo nível quando esta matéria vem a "lume". A falta de atenção, discussão e a demonização da pedofilia na nossa sociedade atirou o assunto para a esfera das polícias, da psiquiatria e das decisões judiciais, fazendo deste modo com que nada respire cá para fora, acerca das matérias que se discutem depois da constituição de um arguido ou até mesmo depois de ser condenado. Que vidas terão depois de serem identificados? Que pressões sociais sofrerão e que tipo de vivências experimentarão depois desse momento? São mais questões que gostava de ver respondidas abertamente e sem preconceitos.

Ando bastante tentado a tentar eu próprio fazer uma investigação/estudo através dos métodos que eu próprio desenharei e implementarei no decurso do espaço de tempo que achar conveniente. De tudo o que aprendi com todos estes documentos e juntando às minhas lembranças de infância/juventude, seria um estudo bastante eficaz e validador da pergunta que mais vezes faço quando oiço falar destes temas: será a mulher tão pedófila, ou mais ainda, que um homem? Esta ideia corroi-me a mente desde há um certo tempo para cá. Gosto de pensar que esta é uma ideia revolucionária e que dá sentido a muitos secretismos nas sociedades ocidentais. O factor "mulher" poderá criar novos horizontes de investigação ou apenas inimizades queixosas?

Será este estudo sequer viável? Irei eu embarcar numa missão suicida que transformará a minha vida para sempre? Tenho algum receio mas também muito mais curiosidade que medo e a curiosidade corrói-me diariamente a mente. A minha companheira está sempre a dizer que eu deveria ter enveredado pela psicologia e aqui está uma óptima oportunidade de mudar de rumo, já que a minha actual profissão não está a render o suficiente para sustentar a minha vida nos moldes actuais. Talvez com os resultados obtidos neste estudo eu possa construir uma tese que depois poderia defender no final do curso de Psicologia Aplicada. É uma ideia peregrina mas deveras interessante e que me seduz fortemente. Vou pensar a sério nisto nas próximas semanas.

Digam-me o que pensam deste meu blog e do tema com que resolvi iniciar as hostilidades :) Para polémica acho que está bastante bem e é um tema cada vez mais em voga na actualidade. Mais uma vez afirmo para os que tendem a fazer confusão com os assuntos: nunca participei em nenhuma das actividades referidas neste artigo e se magoei alguém com os meus testemunhos "out-of-the-box", peço as mais sinceras desculpas e solicito a quem discordar das minhas opiniões que me diga e refarei de imediato o artigo de acordo com a verdade dos factos.

Obrigado por terem lido este artigo até ao fim e espero ver-vos no próximo que prometo irá ser tanto ou mais polémico que este :) Até lá.

Comentários