A única força armada que faz sentido em Portugal actualmente é a Marinha!

Digam o que disserem, a frase acima tem todo o sentido. Para que queremos nós um exército senão temos nenhuma guerra a combater? Para que queremos nós Força Aérea se não temos grandes operações aéreas em curso?

Porque não se funde a Força Aérea com a Marinha e configura-se tudo como uma espécie de "Coast Guard" americana? Seria mais rentável e na realidade serviria mais eficazmente os interesses nacionais da nossa zona económica exclusiva.

Isto, como é óbvio, não iria agradar nada ao "status quo" que adquiriu direitos no passado nem às altas patentes das forças armadas que viam nesta reorganização uma perda de poderes sociais e económicos instituidos como dado adquirido, mas por outro lado poupar-se-iam milhões de euros aos contribuintes.

E convenha-se dizer a Marinha realmente é a Força Armada com fardas mais bonitas e com melhor presença no estrangeiro. Apesar de todas as nossas "armas" aquáticas estarem hiper desactualizadas e em presença das dos demais países parecerem uma lixeira de armamento tirada directamente dos anos 60/70 do século XX.

Amigos que tal dizerem de vossa justiça o que pensam da minha ideia? Será "porreira" ou uma total idiotice? Iluminem-me...

Comentários

Teresa Coutinho disse…
Qualquer estado suberano tem de ter as suas forças militares, sejam de que esquadrão forem, representam o país e têm de prestar contas perante as autoridades competentes, para isso existem as hierarquias militares. É verdade que se fazem gastos desmesurados na manutenção de toda a defesa nacional, mas cada vez mais é de extrema importância que o país tenha a seu exército, pois fazemos parte tanto da União Europeia como da Nato. Por mais modesta participação que seja, ainda somos um país suberano, com a sua autonomia.