Orgulho de "não" ser português...

Não sou obviamente político nem o pretendo ser nos próximos anos mas tenho para mim, que deveria ser uma pessoa que não pertencesse à área económica a dirigir os destinos do nosso país.

Invariavelmente, as suas acções deveriam ter em conta a economia do país mas deveria dar mais importância e ênfase ao bem estar e orgulho da população do que ao sobe e desce das bolsas ou às subidas e descidas das classificações das agências de "rating" que nos levam a felicidade e nos consomem o pouco dinheiro que ganhamos diariamente.

Um homem assim seria aclamado pelo povo que é realmente quem o elege e o mantém nessa posição de líder. Potenciaria o sentimento de unificação nacional e de nacionalismo para a defesa do que é português. Nestes tempos tão conturbados olhamos para este país como uma "folha de papel" no meio de uma tempestade interminável.

Tenho a consciência de que esta é uma afirmação sectarista e pouco abrangente mas observem o que as opiniões diferentes da minha têm feito ao país nos últimos anos: crise crónica existente desde que me lembro de ser gente, desemprego sempre a subir nos últimos anos, empresas estrangeiras que dominam o mercado nacional, povo português totalmente preterido quando se trata de negociações, aumento generalizado do custo de vida, aumento de impostos em toda a linha e muitas outras coisas que o governo tem vergonha de revelar e admitir para não ser destituído com efeitos imediatos.

Nesta perspectiva de acontecimentos digam-me se não se justificava uma linha de pensamento radicalmente oposta e unicamente a pensar no bem estar do povo português tantas vezes martírizado pelos constantes acordos no exterior e que levam o país à ruína moral, social e económica.

Digam-me que eu estou errado e que afinal Portugal está no caminho da glória e do sucesso e onde cada português irá sentir orgulho de pertencer a este pedaço de rocha à beira-mar plantado.

Comentários

ana disse…
Bom, eu não sou nacionalisata nem nada que se pareça, mas penso que por governantes de outra nacionalidade à frente dos destinos deste país. era passar um atestado de imcompetencia, a nós próprios....e de algum modo por-mo-nos como reféns de alguem.
Agora que quem está à frente de qualquer país, deveria por os interesses do seu povo acima de quaisquer outros e não se deixar pressionar por lobies, e interesses pessoais, isso sim....isso seria um verdadeiro governante. Que a verdade deveria ser dita, que as medidas correctivas fossem aplicadas, a tempo e horas, que houvesse coragem e visão politica para antecipar os aconteciemntos, isso sim...informação. debate, esclarecimento, mas ninguem tem essa coragem, os que estão no poder porque têm medo de perder os seus negocios, a oposição porque como abutre espera o cadáver, para recolher dividendos politicos,em vez de ter a coragem de dizer "o rei vai nu". e por aqui me fico.